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15 de outubro de 2010

43-Postos de gasolina com lan house


Se você está buscando uma relação de postos com lan house não é este o informativo. Para montar uma lan house no seu posto de gasolina ou qualquer outro estabelecimento comerfial envie e-mail parafalecomodono@hotmail.com
Aqui são informações para montar um posto de gasolina.
Para agregar receita em postos de gasolina leia nosso informativo número

Apresentação
Nos últimos tempos os postos de combustíveis estão se tornando uma verdadeira central de apoio para os clientes, ou seja, estão deixando de lado a função de ser apenas um ponto de abastecimento. Numa versão mais moderna os postos de abastecimento estão cada vez mais avançados, agregando diversos serviços e com uma completa infra-estrutura para atender às necessidades dos clientes.

Mercado
Há algum tempo, os postos de gasolina faziam parte de um setor listado como de segurança nacional. Era a época dos governos militares e o governo definia tudo: o preço de venda, a quantidade que podia ser fornecida pela distribuidora e até o horário de funcionamento. Em compensação, a concorrência era pequena, pois ninguém podia abrir um posto onde bem entendesse. O candidato tinha que obter uma difícil concessão e a localização era pré-determinada, para evitar proximidade e concentração. Na hora de renovar o contrato com a distribuidora, tudo corria a favor do dono do posto.
De repente, tudo mudou, veio a desregulamentação e o número de postos de gasolina, nos últimos cinco anos, triplicou. Lançados à concorrência, seus proprietários viram as margens de seu negócio baixar rapidamente. Se, de um lado, se beneficiaram com a concorrência entre os fornecedores (com o aparecimento de novas empresas), os postos têm, agora, que disputar sua própria clientela e fazer contas em centavos.

Localização
É fator de extrema importância neste empreendimento. É aconselhavél que o empreendedor faça uma análise das potencialidades do local a ser escolhido, tais como: tráfego, acesso, possibilidades de crescimento do comércio das imediações etc.

Estrutura
Vai variar de acordo com a escolha do empreendedor, ou seja, se ele vai contar ou não com o financiamento da distribuidora. Em ambos os casos, ter uma área disponível é de fundamental importância.

Pessoal
O número de funcionários vai variar de acordo com a estrutura. Contudo, deve-se contar com frentistas e responsável administrativo (gerente e/ou proprietário). Alguns requisitos devem ser levados em consideração na hora da contratação, tais como a gentileza e a educação, visto que neste ramo de atividade tais requisitos são fundamentais.

Começando
O empreendedor pode escolher como montará seu posto, considerando as alternativas relacionadas a seguir.
- Com Financiamento da Distribuidora: para montar um posto de gasolina, os futuros empreendedores podem obter financiamento das distribuidoras, variando até 100% do investimento na construção das instalações físicas.
* Área: seja na cidade ou numa rodovia, a grande variável do empreendimento é o terreno, que pode ser próprio, alugado ou da empresa responsável pela distribuição. Caso o interessado possua a área, a distribuidora analisa todas as suas potencialidades de tráfego, acesso, localização e as possibilidades de crescimento demográfico do comércio das imediações.
* Projeto: havendo interesse, elabora-se um projeto e discutem-se os termos de um acordo de financiamento. Cada caso é um caso e tudo pode ser negociado nessa fase.
* Volume de Vendas. As distribuidoras não investem na abertura de um posto de serviço se acharem que o local escolhido pelo parceiro não tem potencial adequado para o desenvolvimento do negócio. Portanto, o volume de vendas estimado é fator preponderante na hora da negociação.
* Financiamento: pode ser em forma de comodato, de locação ou sublocação, de acordo com a negociação realizada e do interesse da distribuidora.
* Sem financiamento da Distribuidora: é possível montar um posto de gasolina sem parceria com distribuidoras. É o caso dos postos de bandeira branca (normalmente pintados de branco e sem emblemas). É importante destacar que, neste caso, a estrutura vai variar de acordo com a localização do posto, ou seja, se na área urbana ou rodoviária.

Área/Estrutura.
Em zona urbana a área deve ter entre 900 a 1000 m². Um posto rodoviário deve contar com uma área em torno de 7.000 m², já que deverá contar com grandes coberturas, estacionamento amplo para caminhoneiros, banheiros confortáveis com chuveiros, churrascaria, lanchonete e até hotel.

Investimento
Em áreas urbanas o investimento gira em torno de US$ 200 mil. Já um posto rodoviário não deve sair por menos de US$ 500 mil. os equipamentos básicos em ambos os casos são: bombas e filtros de combustível, tanques para armazenamento, densímetro, compressor de ar, mangueiras, máquina de troca de óleo, calibrador de pneus, armários, produtos para lavagem dos carros e móveis de escritório, dentre outros.

Crédito de pagamento de combustível
Para garantir o prazo crédito de pagamento do combustível, que varia de dois dias (tempo permitido por lei) a sete dias no mínimo, o proprietário do posto assina com a companhia distribuidora uma carta de fiança. O descumprimento dnesse prazo faz com que o dono do posto tenha que pagar à vista os fornecimentos posteriores.

Escolhendo a distribuidora
É aconselhável, antes de optar por qual distribuidora representar, realizar uma pesquisa sobre as vantagens oferecidas por cada uma delas.

Agregando novos negócios
Diante de um mercado cada vez mais competitivo, possuir um diferencial é de extrema importância para a sobrevivência neste tipo de empreendimento.
A lista de negócios que podem ser agregados ao comércio de combustível é tão extensa quanto a criatividade do empreendedor: lojas de conveniência, locadoras de vídeo, banca de jornais e revistas, floriculturas, máquinas automáticas para venda de refrigerantes e sorvetes, quiosques para vender água-de-coco, minimercado de produtos para veículos, equipamento automático de lavagem para carro, troca de óleo, lubrificação, chaveiro, máquinas para calibrar pneus com hidrogênio, restaurantes, lanchonetes, hotéis, venda de gelo, carvão etc. Outra alternativa é criar facilidades, como a venda por cartões de crédito, prozo maior no pagamento dos serviços e o aumento da oferta de lubrificantes.

Outras possibilidades
- Cartela de pontuação. O cliente ganha um prêmio ao atingir determinada pontuação. É considerada uma das melhores estratégias, pois faz com que os consumidores retornem várias vezes ao posto, até completarem o número de pontos necessários;
- Combustível. Incentivar a venda de combustível oferecendo uma quantidade de litros para cada tanque abastecido é outra alternativa;
- Brindes. Oferecer brindes para cada venda acima de um valor pré-fixado;
- Datas festivas. O dono de posto pode ainda aproveitar para fazer promoções temáticas em datas como Dia das Crianças e Natal.

Legislação específica
Torna-se necessário tomar algumas providências para a abertura do empreendimento, tais como:
- registro na Junta Comercial;
- registro na Secretária da Fazenda;
- registro na Prefeitura do Município;
- registro no INSS;
- registro no Sindicato Patronal;
- alvará de Licença - Corpo de Bombeiros;
- filiar-se a um distribuidor (facultativo).

O novo empresário deve procurar a prefeitura da cidade onde pretende montar seu empreendimento para obter informações quanto às instalações físicas da empresa (com relação a localização) e também o Alvará de Funcionamento.
Além disso, deve consultar o Procon para adequar seus produtos às especificações do Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078 de 11.09.1990). Cabe ao INMETRO a fiscalização do setor.
O empreendedor deve cumprir, além das normas já mencionadas, algumas leis e normas que regem esta atividade, tais como:
- Lei nº 9.478/97, mais conhecida como "Lei do Petróleo", incentiva o desenvolvimento tecnológico da indústria do petróleo, de forma explícita e imperativa.
- Lei nº 3.491/00 que dá nova redação ao parágrafo único do art. 2o do Decreto no 2.705, de 3 de agosto de 1998, definindo critérios para cálculo e cobrança das participações governamentais de que trata a Lei no 9.478, de 6 de agosto de 1997, aplicáveis às atividades de exploração, desenvolvimento e produção de petróleo e gás natural.

A ANP (Agência Nacional do Petróleo), é o orgão regulador desta atividade, sendo assim também responsável pela legislação desta, tendo destaque algumas portarias reguladoras desta atividade. Para maiores informações assessar o site da ANP, que esta em anexo, ou pelo telefone 0800 900267 (atendimento ao consumidor).

Entidades
ANP - Agência Nacional do Petróleo
Rua Senador Dantas, 105 - 8° ao 13° andar - Rio de Janeiro - (RJ)
20031-201
Tel. (21) 3804 0000

IBP - Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás
Av. Almirante Barroso, 52 - 26º Andar - Centro - Rio de Janeiro - (RJ)
20031-000
Tel. (21) 2532 1610

ONIP - Organização Nacional da Indústria do Petróleo
Av. Graça Aranha, 1 - 5º andar - Centro - Rio de Janeiro – (RJ)
20030-002
Tel. (55-21) 2563 4615

Endereços na Internet:

ONIP (Organização Nacional das Indústrias do Petróleo)

Revista Posto de Observação

Agência Nacional do Petróleo

Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás


017* FATURE MAIS COM LAVAGEM DE CARROS.
AGREGAR RECEITA EM POSTOS DE GASOLINA, CONCESSIONÁRIAS E LAVA-JATOS, PODE SER A DIFERENÇA ENTRE O LUCRO E O PREJUÍZO.

As margens de lucro cada vez mais reduzidas e a concorrência que disponibiliza serviços diferenciados para os usuários de postos de gasolina e lava-jatos, tem sido cada vez mais a diferença entre o lucro e o prejuízo, entre o sucesso e a perda da clientela, que migra para estabelecimentos que fornecem produtos de qualidade, preços honestos e bom atendimento.
Lava jatos que oferecem enceramento com produtos sem marca e de durabilidade discutível ou mesmo que nenhum efeito produzem na proteção da pintura, plásticos e borrachas, deixam de obter uma rentabilidade de mais de 200% e de conquistar fidelização com o estabelecimento.
Ancorados na credibilidade da resina Microlite, a cera líquida de terceira geração e a mais famosa do mundo, postos de serviços e lava-jatos têm oferecido aos seus clientes a aplicação da única resina não solúvel em água que comprovadamente oferece proteção e beleza às pinturas dos veículos novos e usados.
O produto de primeira apoiado por material publicitário de qualidade e o patrocínio do piloto de stock car Fabio Carreira, presente no noticiário nacional envergando em seu carro o nome Microlite.
Disponível em kits de 100 aplicações, com todo o material para a aplicação bem como as informações muito simples de uso fazem da resina Microlite o sistema de enceramento de veículos em 1 minuto barato, rápido, rentável e de comprovação imediatamente após a aplicação que custa menos do que um café.
Veja mais informações no nosso site
www.microlitebrasil.com.br e www.microlite-microlite.com
www.informespublicitariosmicrolite.com
Telefone (13)7807-6981 e-mail falecomodono@hotmail.com
NEXTEL ID 24*52727 e coloque na sua concessionária, posto de gasolina ou lava-jato.
Enviamos para todo o Brasil com frete por nossa conta.
O kit completo com 100 aplicações custa R$ 200,00.
Assessoria de Imprensa Marinho Guzman DRTSP 16.207.

43-Postos de gasolina com lan house


Se você está buscando uma relação de postos com lan house não é este o informativo. Para montar uma lan house no seu posto de gasolina ou qualquer outro estabelecimento comerfial envie e-mail parafalecomodono@hotmail.com
Aqui são informações para montar um posto de gasolina.
Para agregar receita em postos de gasolina leia nosso informativo número

Apresentação
Nos últimos tempos os postos de combustíveis estão se tornando uma verdadeira central de apoio para os clientes, ou seja, estão deixando de lado a função de ser apenas um ponto de abastecimento. Numa versão mais moderna os postos de abastecimento estão cada vez mais avançados, agregando diversos serviços e com uma completa infra-estrutura para atender às necessidades dos clientes.

Mercado
Há algum tempo, os postos de gasolina faziam parte de um setor listado como de segurança nacional. Era a época dos governos militares e o governo definia tudo: o preço de venda, a quantidade que podia ser fornecida pela distribuidora e até o horário de funcionamento. Em compensação, a concorrência era pequena, pois ninguém podia abrir um posto onde bem entendesse. O candidato tinha que obter uma difícil concessão e a localização era pré-determinada, para evitar proximidade e concentração. Na hora de renovar o contrato com a distribuidora, tudo corria a favor do dono do posto.
De repente, tudo mudou, veio a desregulamentação e o número de postos de gasolina, nos últimos cinco anos, triplicou. Lançados à concorrência, seus proprietários viram as margens de seu negócio baixar rapidamente. Se, de um lado, se beneficiaram com a concorrência entre os fornecedores (com o aparecimento de novas empresas), os postos têm, agora, que disputar sua própria clientela e fazer contas em centavos.

Localização
É fator de extrema importância neste empreendimento. É aconselhavél que o empreendedor faça uma análise das potencialidades do local a ser escolhido, tais como: tráfego, acesso, possibilidades de crescimento do comércio das imediações etc.

Estrutura
Vai variar de acordo com a escolha do empreendedor, ou seja, se ele vai contar ou não com o financiamento da distribuidora. Em ambos os casos, ter uma área disponível é de fundamental importância.

Pessoal
O número de funcionários vai variar de acordo com a estrutura. Contudo, deve-se contar com frentistas e responsável administrativo (gerente e/ou proprietário). Alguns requisitos devem ser levados em consideração na hora da contratação, tais como a gentileza e a educação, visto que neste ramo de atividade tais requisitos são fundamentais.

Começando
O empreendedor pode escolher como montará seu posto, considerando as alternativas relacionadas a seguir.
- Com Financiamento da Distribuidora: para montar um posto de gasolina, os futuros empreendedores podem obter financiamento das distribuidoras, variando até 100% do investimento na construção das instalações físicas.
* Área: seja na cidade ou numa rodovia, a grande variável do empreendimento é o terreno, que pode ser próprio, alugado ou da empresa responsável pela distribuição. Caso o interessado possua a área, a distribuidora analisa todas as suas potencialidades de tráfego, acesso, localização e as possibilidades de crescimento demográfico do comércio das imediações.
* Projeto: havendo interesse, elabora-se um projeto e discutem-se os termos de um acordo de financiamento. Cada caso é um caso e tudo pode ser negociado nessa fase.
* Volume de Vendas. As distribuidoras não investem na abertura de um posto de serviço se acharem que o local escolhido pelo parceiro não tem potencial adequado para o desenvolvimento do negócio. Portanto, o volume de vendas estimado é fator preponderante na hora da negociação.
* Financiamento: pode ser em forma de comodato, de locação ou sublocação, de acordo com a negociação realizada e do interesse da distribuidora.
* Sem financiamento da Distribuidora: é possível montar um posto de gasolina sem parceria com distribuidoras. É o caso dos postos de bandeira branca (normalmente pintados de branco e sem emblemas). É importante destacar que, neste caso, a estrutura vai variar de acordo com a localização do posto, ou seja, se na área urbana ou rodoviária.

Área/Estrutura.
Em zona urbana a área deve ter entre 900 a 1000 m². Um posto rodoviário deve contar com uma área em torno de 7.000 m², já que deverá contar com grandes coberturas, estacionamento amplo para caminhoneiros, banheiros confortáveis com chuveiros, churrascaria, lanchonete e até hotel.

Investimento
Em áreas urbanas o investimento gira em torno de US$ 200 mil. Já um posto rodoviário não deve sair por menos de US$ 500 mil. os equipamentos básicos em ambos os casos são: bombas e filtros de combustível, tanques para armazenamento, densímetro, compressor de ar, mangueiras, máquina de troca de óleo, calibrador de pneus, armários, produtos para lavagem dos carros e móveis de escritório, dentre outros.

Crédito de pagamento de combustível
Para garantir o prazo crédito de pagamento do combustível, que varia de dois dias (tempo permitido por lei) a sete dias no mínimo, o proprietário do posto assina com a companhia distribuidora uma carta de fiança. O descumprimento dnesse prazo faz com que o dono do posto tenha que pagar à vista os fornecimentos posteriores.

Escolhendo a distribuidora
É aconselhável, antes de optar por qual distribuidora representar, realizar uma pesquisa sobre as vantagens oferecidas por cada uma delas.

Agregando novos negócios
Diante de um mercado cada vez mais competitivo, possuir um diferencial é de extrema importância para a sobrevivência neste tipo de empreendimento.
A lista de negócios que podem ser agregados ao comércio de combustível é tão extensa quanto a criatividade do empreendedor: lojas de conveniência, locadoras de vídeo, banca de jornais e revistas, floriculturas, máquinas automáticas para venda de refrigerantes e sorvetes, quiosques para vender água-de-coco, minimercado de produtos para veículos, equipamento automático de lavagem para carro, troca de óleo, lubrificação, chaveiro, máquinas para calibrar pneus com hidrogênio, restaurantes, lanchonetes, hotéis, venda de gelo, carvão etc. Outra alternativa é criar facilidades, como a venda por cartões de crédito, prozo maior no pagamento dos serviços e o aumento da oferta de lubrificantes.

Outras possibilidades
- Cartela de pontuação. O cliente ganha um prêmio ao atingir determinada pontuação. É considerada uma das melhores estratégias, pois faz com que os consumidores retornem várias vezes ao posto, até completarem o número de pontos necessários;
- Combustível. Incentivar a venda de combustível oferecendo uma quantidade de litros para cada tanque abastecido é outra alternativa;
- Brindes. Oferecer brindes para cada venda acima de um valor pré-fixado;
- Datas festivas. O dono de posto pode ainda aproveitar para fazer promoções temáticas em datas como Dia das Crianças e Natal.

Legislação específica
Torna-se necessário tomar algumas providências para a abertura do empreendimento, tais como:
- registro na Junta Comercial;
- registro na Secretária da Fazenda;
- registro na Prefeitura do Município;
- registro no INSS;
- registro no Sindicato Patronal;
- alvará de Licença - Corpo de Bombeiros;
- filiar-se a um distribuidor (facultativo).

O novo empresário deve procurar a prefeitura da cidade onde pretende montar seu empreendimento para obter informações quanto às instalações físicas da empresa (com relação a localização) e também o Alvará de Funcionamento.
Além disso, deve consultar o Procon para adequar seus produtos às especificações do Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078 de 11.09.1990). Cabe ao INMETRO a fiscalização do setor.
O empreendedor deve cumprir, além das normas já mencionadas, algumas leis e normas que regem esta atividade, tais como:
- Lei nº 9.478/97, mais conhecida como "Lei do Petróleo", incentiva o desenvolvimento tecnológico da indústria do petróleo, de forma explícita e imperativa.
- Lei nº 3.491/00 que dá nova redação ao parágrafo único do art. 2o do Decreto no 2.705, de 3 de agosto de 1998, definindo critérios para cálculo e cobrança das participações governamentais de que trata a Lei no 9.478, de 6 de agosto de 1997, aplicáveis às atividades de exploração, desenvolvimento e produção de petróleo e gás natural.

A ANP (Agência Nacional do Petróleo), é o orgão regulador desta atividade, sendo assim também responsável pela legislação desta, tendo destaque algumas portarias reguladoras desta atividade. Para maiores informações assessar o site da ANP, que esta em anexo, ou pelo telefone 0800 900267 (atendimento ao consumidor).

Entidades
ANP - Agência Nacional do Petróleo
Rua Senador Dantas, 105 - 8° ao 13° andar - Rio de Janeiro - (RJ)
20031-201
Tel. (21) 3804 0000

IBP - Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás
Av. Almirante Barroso, 52 - 26º Andar - Centro - Rio de Janeiro - (RJ)
20031-000
Tel. (21) 2532 1610

ONIP - Organização Nacional da Indústria do Petróleo
Av. Graça Aranha, 1 - 5º andar - Centro - Rio de Janeiro – (RJ)
20030-002
Tel. (55-21) 2563 4615

Endereços na Internet:

ONIP (Organização Nacional das Indústrias do Petróleo)

Revista Posto de Observação

Agência Nacional do Petróleo

Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás


017* FATURE MAIS COM LAVAGEM DE CARROS.
AGREGAR RECEITA EM POSTOS DE GASOLINA, CONCESSIONÁRIAS E LAVA-JATOS, PODE SER A DIFERENÇA ENTRE O LUCRO E O PREJUÍZO.

As margens de lucro cada vez mais reduzidas e a concorrência que disponibiliza serviços diferenciados para os usuários de postos de gasolina e lava-jatos, tem sido cada vez mais a diferença entre o lucro e o prejuízo, entre o sucesso e a perda da clientela, que migra para estabelecimentos que fornecem produtos de qualidade, preços honestos e bom atendimento.
Lava jatos que oferecem enceramento com produtos sem marca e de durabilidade discutível ou mesmo que nenhum efeito produzem na proteção da pintura, plásticos e borrachas, deixam de obter uma rentabilidade de mais de 200% e de conquistar fidelização com o estabelecimento.
Ancorados na credibilidade da resina Microlite, a cera líquida de terceira geração e a mais famosa do mundo, postos de serviços e lava-jatos têm oferecido aos seus clientes a aplicação da única resina não solúvel em água que comprovadamente oferece proteção e beleza às pinturas dos veículos novos e usados.
O produto de primeira apoiado por material publicitário de qualidade e o patrocínio do piloto de stock car Fabio Carreira, presente no noticiário nacional envergando em seu carro o nome Microlite.
Disponível em kits de 100 aplicações, com todo o material para a aplicação bem como as informações muito simples de uso fazem da resina Microlite o sistema de enceramento de veículos em 1 minuto barato, rápido, rentável e de comprovação imediatamente após a aplicação que custa menos do que um café.
Veja mais informações no nosso site
www.microlitebrasil.com.br e www.microlite-microlite.com
www.informespublicitariosmicrolite.com
Telefone (13)7807-6981 e-mail falecomodono@hotmail.com
NEXTEL ID 24*52727 e coloque na sua concessionária, posto de gasolina ou lava-jato.
Enviamos para todo o Brasil com frete por nossa conta.
O kit completo com 100 aplicações custa R$ 200,00.
Assessoria de Imprensa Marinho Guzman DRTSP 16.207.

9 de dezembro de 2008

Fábio Carreira (Microlite/Kallas/Eurofarma/Pelé Clube é o campeão de 2.009 da Copa Vicar


O paulista Fabio Carreira (Kallas/STP/Microlite/Eurofarma/Pelé Club) é o novo campeão da Copa Vicar, principal categoria de acesso à Copa Nextel Stock Car, maior categoria do automobilismo brasileiro.
O piloto da RCM Motorsport, que precisava apenas chegar entre os 11 primeiros na etapa deste domingo (7), em Interlagos, não precisou nem fazer contas: terminou em quarto e garantiu a conquista, independente do resultado dos rivais.
Largando da quarta posição Carreira fez uma corrida pensando apenas no resultado final,e cruzou a linha de chegada consciente de que o título já estava em suas mãos.

“Fiz uma corrida pensando no título, que era o mais importante. Como meu carro perdia um pouco de reta resolvi não arriscar”, salientou o campeão, que teve um desempenho excelente em 2008: venceu três corridas e pontuou em todas as etapas.
Carreira, que correu durante quatro temporadas na Copa Nextel Stock Car, também atingiu a meta de levar a RCM ao título de equipes e garantir duas vagas ao time de Rosinei Campos na divisão principal.

A outra equipe que sobe é a Full Time Sports, que venceu a corrida deste domingo com Paulo Salustiano.
“Quero agradecer o ótimo trabalho que a equipe fez durante toda a temporada, à minha família, que sempre me ajudou nesse 14 anos de automobilismo, e meus amigos. Tivemos um excelente desempenho, pontuamos em todas as provas e cumprimos com nosso objetivo.

Agora é comemorar”, vibrou o paulista, que fechou o ano com 129 pontos computados, contra 106 de Rafael Daniel.
Confira o resultado final em Interlagos:

1º) Paulo Salustiano (P3, SP), 20 voltas em 40:17.187 (média de 128,35 km/h) 2º) Lico Kaesemodel (ML, PR), a 1.258 3º) Rafael Daniel (P3, SP), a 7.358 4º) Fabio Carreira (ML, SP), a 9.218 5º) Afonso Bastos (P3, SC), a 10.855 6º) Beto Giorgi (ML, SP), a 14.716 7º) Eduardo Berlanda (P3, SP), a 16.091 8º) André Nicastro (CA, SP), a 19.977 9º) Claudio Capparelli (P3, RJ), a 20.779 10º) Diogo Pachenki (ML, PR), a 21.520 11º) Cassio H de Mello (P3, SP), a 21.822 12º) Galid Osman (CA, SP), a 21.985 13º) Wellington Justino (ML, GO), a 25.295 14º) Serafin Junior (CA, RJ), a 32.889 15º) Leonardo Vital (CA, SP), a 37.431 16º) Sergio Ramalho (P3, SP), a 39.683 17º) Diego Freitas (ML, BA), a 40.533 18º) Marco Cozzi (ML, SP), a 43.968 19º) Marcelo Tomassoni (P3, SP), a 44.036 20º) Thiago Gonçalves (P3, SP), a 47.714 21º) Carlos Medeiros (ML, SP), a 1:12.704 22º) Carlos A Cavaleiro (ML, SP), a 1:15.352 23º) Jason Oliveira (P3, SP), a 1:22.433 24º) Marcus Leão (CA, RJ), a 2:02.384 25º) Daniel Landi (P3, SP), a 2 voltas 26º) Luiz Carreira Jr (CA, SP), a 5 voltas 27º) Marcel Wolfart (CA, SC), a 5 voltas 28º) Renato Russo (P3, SP), a 6 voltas 29º) Cristiano Federico (P3, SP), a 12 voltas 30º) Rodrigo Navarro (CA, SP), a 13 voltas 31º) Murilo Macedo (P3, SP), a 13 voltas 32º) Renato Rattes (CA, SP), a 14 voltas 33º) Eduardo Leite (CA, SP), a 14 voltas
Legenda: CA – Chevrolet Astra P3 – Peugeot 307 ML – Mitsubishi Lancer
MS2 Comunicação Integrada

Fotos: Cleocinei Zonta

Distribuição Assessoria de Imprensa da Microlite: Marinho Guzman MTB 16.207

Fábio Carreira (Microlite/Kallas/Eurofarma/Pelé Clube é o campeão de 2.009 da Copa Vicar


O paulista Fabio Carreira (Kallas/STP/Microlite/Eurofarma/Pelé Club) é o novo campeão da Copa Vicar, principal categoria de acesso à Copa Nextel Stock Car, maior categoria do automobilismo brasileiro.
O piloto da RCM Motorsport, que precisava apenas chegar entre os 11 primeiros na etapa deste domingo (7), em Interlagos, não precisou nem fazer contas: terminou em quarto e garantiu a conquista, independente do resultado dos rivais.
Largando da quarta posição Carreira fez uma corrida pensando apenas no resultado final,e cruzou a linha de chegada consciente de que o título já estava em suas mãos.

“Fiz uma corrida pensando no título, que era o mais importante. Como meu carro perdia um pouco de reta resolvi não arriscar”, salientou o campeão, que teve um desempenho excelente em 2008: venceu três corridas e pontuou em todas as etapas.
Carreira, que correu durante quatro temporadas na Copa Nextel Stock Car, também atingiu a meta de levar a RCM ao título de equipes e garantir duas vagas ao time de Rosinei Campos na divisão principal.

A outra equipe que sobe é a Full Time Sports, que venceu a corrida deste domingo com Paulo Salustiano.
“Quero agradecer o ótimo trabalho que a equipe fez durante toda a temporada, à minha família, que sempre me ajudou nesse 14 anos de automobilismo, e meus amigos. Tivemos um excelente desempenho, pontuamos em todas as provas e cumprimos com nosso objetivo.

Agora é comemorar”, vibrou o paulista, que fechou o ano com 129 pontos computados, contra 106 de Rafael Daniel.
Confira o resultado final em Interlagos:

1º) Paulo Salustiano (P3, SP), 20 voltas em 40:17.187 (média de 128,35 km/h) 2º) Lico Kaesemodel (ML, PR), a 1.258 3º) Rafael Daniel (P3, SP), a 7.358 4º) Fabio Carreira (ML, SP), a 9.218 5º) Afonso Bastos (P3, SC), a 10.855 6º) Beto Giorgi (ML, SP), a 14.716 7º) Eduardo Berlanda (P3, SP), a 16.091 8º) André Nicastro (CA, SP), a 19.977 9º) Claudio Capparelli (P3, RJ), a 20.779 10º) Diogo Pachenki (ML, PR), a 21.520 11º) Cassio H de Mello (P3, SP), a 21.822 12º) Galid Osman (CA, SP), a 21.985 13º) Wellington Justino (ML, GO), a 25.295 14º) Serafin Junior (CA, RJ), a 32.889 15º) Leonardo Vital (CA, SP), a 37.431 16º) Sergio Ramalho (P3, SP), a 39.683 17º) Diego Freitas (ML, BA), a 40.533 18º) Marco Cozzi (ML, SP), a 43.968 19º) Marcelo Tomassoni (P3, SP), a 44.036 20º) Thiago Gonçalves (P3, SP), a 47.714 21º) Carlos Medeiros (ML, SP), a 1:12.704 22º) Carlos A Cavaleiro (ML, SP), a 1:15.352 23º) Jason Oliveira (P3, SP), a 1:22.433 24º) Marcus Leão (CA, RJ), a 2:02.384 25º) Daniel Landi (P3, SP), a 2 voltas 26º) Luiz Carreira Jr (CA, SP), a 5 voltas 27º) Marcel Wolfart (CA, SC), a 5 voltas 28º) Renato Russo (P3, SP), a 6 voltas 29º) Cristiano Federico (P3, SP), a 12 voltas 30º) Rodrigo Navarro (CA, SP), a 13 voltas 31º) Murilo Macedo (P3, SP), a 13 voltas 32º) Renato Rattes (CA, SP), a 14 voltas 33º) Eduardo Leite (CA, SP), a 14 voltas
Legenda: CA – Chevrolet Astra P3 – Peugeot 307 ML – Mitsubishi Lancer
MS2 Comunicação Integrada

Fotos: Cleocinei Zonta

Distribuição Assessoria de Imprensa da Microlite: Marinho Guzman MTB 16.207

28 de agosto de 2008

O paulista Fabio Carreira (Microlite/Eurofarma/Pelé Club/Kallas/STP) é o novo campeão da Copa Vicar, principal categoria de acesso à Copa Nextel Stock

O paulista Fabio Carreira (Microlite/Eurofarma/Pelé Club/Kallas/STP) é o novo campeão da Copa Vicar, principal categoria de acesso à Copa Nextel Stock Car, maior categoria do automobilismo brasileiro. O piloto da RCM Motorsport, que precisava apenas chegar entre os 11 primeiros na etapa deste domingo (7), em Interlagos, não precisou nem fazer contas: terminou em quarto e garantiu a conquista, independente do resultado dos rivais.

Largando da quarta posição Carreira fez uma corrida pensando apenas no resultado final,e cruzou a linha de chegada consciente de que o título já estava em suas mãos. “Fiz uma corrida pensando no título, que era o mais importante. Como meu carro perdia um pouco de reta resolvi não arriscar”, salientou o campeão, que teve um desempenho excelente em 2008: venceu três corridas e pontuou em todas as etapas.

Carreira, que correu durante quatro temporadas na Copa Nextel Stock Car, também atingiu a meta de levar a RCM ao título de equipes e garantir duas vagas ao time de Rosinei Campos na divisão principal. A outra equipe que sobe é a Full Time Sports, que venceu a corrida deste domingo com Paulo Salustiano.

“Quero agradecer o ótimo trabalho que a equipe fez durante toda a temporada, à minha família, que sempre me ajudou nesse 14 anos de automobilismo, e meus amigos. Tivemos um excelente desempenho, pontuamos em todas as provas e cumprimos com nosso objetivo. Agora é comemorar”, vibrou o paulista, que fechou o ano com 129 pontos computados, contra 106 de Rafael Daniel.

Confira o resultado final em Interlagos:

1º) Paulo Salustiano (P3, SP), 20 voltas em 40:17.187 (média de 128,35 km/h)
2º) Lico Kaesemodel (ML, PR), a 1.258
3º) Rafael Daniel (P3, SP), a 7.358
4º) Fabio Carreira (ML, SP), a 9.218
5º) Afonso Bastos (P3, SC), a 10.855
6º) Beto Giorgi (ML, SP), a 14.716
7º) Eduardo Berlanda (P3, SP), a 16.091
8º) André Nicastro (CA, SP), a 19.977
9º) Claudio Capparelli (P3, RJ), a 20.779
10º) Diogo Pachenki (ML, PR), a 21.520
11º) Cassio H de Mello (P3, SP), a 21.822
12º) Galid Osman (CA, SP), a 21.985
13º) Wellington Justino (ML, GO), a 25.295
14º) Serafin Junior (CA, RJ), a 32.889
15º) Leonardo Vital (CA, SP), a 37.431
16º) Sergio Ramalho (P3, SP), a 39.683
17º) Diego Freitas (ML, BA), a 40.533
18º) Marco Cozzi (ML, SP), a 43.968
19º) Marcelo Tomassoni (P3, SP), a 44.036
20º) Thiago Gonçalves (P3, SP), a 47.714
21º) Carlos Medeiros (ML, SP), a 1:12.704
22º) Carlos A Cavaleiro (ML, SP), a 1:15.352
23º) Jason Oliveira (P3, SP), a 1:22.433
24º) Marcus Leão (CA, RJ), a 2:02.384
25º) Daniel Landi (P3, SP), a 2 voltas
26º) Luiz Carreira Jr (CA, SP), a 5 voltas
27º) Marcel Wolfart (CA, SC), a 5 voltas
28º) Renato Russo (P3, SP), a 6 voltas
29º) Cristiano Federico (P3, SP), a 12 voltas
30º) Rodrigo Navarro (CA, SP), a 13 voltas
31º) Murilo Macedo (P3, SP), a 13 voltas
32º) Renato Rattes (CA, SP), a 14 voltas
33º) Eduardo Leite (CA, SP), a 14 voltas

Legenda:
CA – Chevrolet Astra
P3 – Peugeot 307
ML – Mitsubishi Lancer

MS2 Comunicação Integrada
Fotos: Cleocinei Zonta
Distribuição da matéria Marinho Guzman MTB 16207 Assessoria de Imprensa Microlite World Brasil

O paulista Fabio Carreira (Microlite/Eurofarma/Pelé Club/Kallas/STP) é o novo campeão da Copa Vicar, principal categoria de acesso à Copa Nextel Stock

O paulista Fabio Carreira (Microlite/Eurofarma/Pelé Club/Kallas/STP) é o novo campeão da Copa Vicar, principal categoria de acesso à Copa Nextel Stock Car, maior categoria do automobilismo brasileiro. O piloto da RCM Motorsport, que precisava apenas chegar entre os 11 primeiros na etapa deste domingo (7), em Interlagos, não precisou nem fazer contas: terminou em quarto e garantiu a conquista, independente do resultado dos rivais.

Largando da quarta posição Carreira fez uma corrida pensando apenas no resultado final,e cruzou a linha de chegada consciente de que o título já estava em suas mãos. “Fiz uma corrida pensando no título, que era o mais importante. Como meu carro perdia um pouco de reta resolvi não arriscar”, salientou o campeão, que teve um desempenho excelente em 2008: venceu três corridas e pontuou em todas as etapas.

Carreira, que correu durante quatro temporadas na Copa Nextel Stock Car, também atingiu a meta de levar a RCM ao título de equipes e garantir duas vagas ao time de Rosinei Campos na divisão principal. A outra equipe que sobe é a Full Time Sports, que venceu a corrida deste domingo com Paulo Salustiano.

“Quero agradecer o ótimo trabalho que a equipe fez durante toda a temporada, à minha família, que sempre me ajudou nesse 14 anos de automobilismo, e meus amigos. Tivemos um excelente desempenho, pontuamos em todas as provas e cumprimos com nosso objetivo. Agora é comemorar”, vibrou o paulista, que fechou o ano com 129 pontos computados, contra 106 de Rafael Daniel.

Confira o resultado final em Interlagos:

1º) Paulo Salustiano (P3, SP), 20 voltas em 40:17.187 (média de 128,35 km/h)
2º) Lico Kaesemodel (ML, PR), a 1.258
3º) Rafael Daniel (P3, SP), a 7.358
4º) Fabio Carreira (ML, SP), a 9.218
5º) Afonso Bastos (P3, SC), a 10.855
6º) Beto Giorgi (ML, SP), a 14.716
7º) Eduardo Berlanda (P3, SP), a 16.091
8º) André Nicastro (CA, SP), a 19.977
9º) Claudio Capparelli (P3, RJ), a 20.779
10º) Diogo Pachenki (ML, PR), a 21.520
11º) Cassio H de Mello (P3, SP), a 21.822
12º) Galid Osman (CA, SP), a 21.985
13º) Wellington Justino (ML, GO), a 25.295
14º) Serafin Junior (CA, RJ), a 32.889
15º) Leonardo Vital (CA, SP), a 37.431
16º) Sergio Ramalho (P3, SP), a 39.683
17º) Diego Freitas (ML, BA), a 40.533
18º) Marco Cozzi (ML, SP), a 43.968
19º) Marcelo Tomassoni (P3, SP), a 44.036
20º) Thiago Gonçalves (P3, SP), a 47.714
21º) Carlos Medeiros (ML, SP), a 1:12.704
22º) Carlos A Cavaleiro (ML, SP), a 1:15.352
23º) Jason Oliveira (P3, SP), a 1:22.433
24º) Marcus Leão (CA, RJ), a 2:02.384
25º) Daniel Landi (P3, SP), a 2 voltas
26º) Luiz Carreira Jr (CA, SP), a 5 voltas
27º) Marcel Wolfart (CA, SC), a 5 voltas
28º) Renato Russo (P3, SP), a 6 voltas
29º) Cristiano Federico (P3, SP), a 12 voltas
30º) Rodrigo Navarro (CA, SP), a 13 voltas
31º) Murilo Macedo (P3, SP), a 13 voltas
32º) Renato Rattes (CA, SP), a 14 voltas
33º) Eduardo Leite (CA, SP), a 14 voltas

Legenda:
CA – Chevrolet Astra
P3 – Peugeot 307
ML – Mitsubishi Lancer

MS2 Comunicação Integrada
Fotos: Cleocinei Zonta
Distribuição da matéria Marinho Guzman MTB 16207 Assessoria de Imprensa Microlite World Brasil